PASSAPORTE PET AGORA É LEGAL]

21/0210:49

Animais de estimação estão se tornando membros da família, certo? Então, nada mais justo que, na hora de viajar, a família inclua esses animais sortudos no roteiro.

Redação iG Turismo

Algumas companhias aéreas permitem que os donos viajem com o seu animal na poltrona, dependendo do tamanho. Nesses casos, o proprietário tem que avisar que vai levar o animal na hora de reservar a passagem e pagar excesso de bagagem, mesmo que o passageiro não tenha ultrapassado o limite permitido. A American Airlines é uma das companhias que oferece o luxo, mas, para usufruir, é preciso fazer uma reserva antecipada, já que cada avião pode levar apenas sete animais na cabine. Em casos especiais, como o de deficientes visuais acompanhados de cães-guia, não são cobradas taxas extras na passagem.

Em geral, os animais viajam mesmo junto com as demais bagagens, em caixas especiais em que eles ficam em pé e conseguem até se mover (é necessário que o bicho consiga dar uma volta em seu próprio corpo).

Pessoas em viagem para o exterior precisam ter o Guia de Trânsito Animal (GTA) e o Certificado Zoosanitário Internacional (CZI). Qualquer veterinário credenciado no Ministério da Agricultura pode emitir o GTA. Já o CZI é emitido apenas pelos profissionais que atuam nas Delegacias Federais da Agricultura dos aeroportos internacionais. O dono também precisa estar com a carteira de vacinação do animal. Só podem viajar sem a vacinação em dia animais com menos de quatro meses. Se o animal tiver tomado a primeira vacina, só pode viajar depois de 30 dias da dose.

A GTA, que ainda não é necessária para transportar peixes ornamentais e demais animais de pequeno porte, como hamsters, deixou de ser exigida, desde julho de 2006, para viagens pelo Brasil com cães e gatos, mas os donos dos animais devem portar todos os documentos em dia (como as vacinas, por exemplo, e o Certificado Sanitário, com a raça, nome, origem do animal contendo pedigree, caso ele tenha, emitido pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária do estado de origem).

Cuidados especiais

Além de ter certeza que a caixa transportadora está confortável para o animal, espaçosa e com boa circulação de ar, o dono deve evitar dar comida pesada ao bicho pelo menos 12 horas antes do voo. O ideal, segundo os veterinários, é oferecer apenas água.

Em viagens de carro, cujo GTA também é obrigatório, não é permitido levar o animal na parte traseira externa do veículo. O motorista levará multa se também transportar o animal no seu colo ou entre ele e a porta. Recomenda-se que o transporte seja feito em bagageiros, separados do banco traseiro por grades apropriadas. Caso o carro não tenha esse local, o bicho pode ir no banco de trás, de preferência com um cinto de segurança especial para animais, disponíveis em pet shops nos tamanhos P, M e G.

Se achar melhor não levar o animal na viagem, em nome do seu conforto e até mesmo do bichano (em caso de viagens longas e cansativas, ou para lugares muito quentes), os hotéis para animais são uma opção viável. Esses locais aceitam qualquer animal doméstico, desde que esteja com a vacinação em dia. O ideal é que o dono conheça antes o lugar e que sejam levados para o hotel objetos e a comida com os quais o bicho está acostumado.

Leia mais sobre: viagem com cachorro.

Você tem mais informações? Envie para Minha Notícia, o site de jornalismo colaborativo do iG

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